Devo confessar-te que a tua pele é o nosso palco, onde todas as rotas partem do coração em linhas que se cruzam. O congeminar de todas elas faz-se de forma aleatória, nunca quebrando o ritmo, nunca deixando uma pausa ao acaso mesmo quando o dó da música soa tragicamente a errado. Devo confessar-te também que os meus poros não conseguem respirar quando te sentem longe, e se eles não respiram todo o amor fica retido à espera da tua chegada. Sabes, é bom sentir saudades, é bom sentir os poros novamente livres para amar quando se esvaziam numa explosão colorida.
É deveras verdade que os meus poros apenas segregam saudades quando perto de ti não me encontro, mas confesso também que mesmo ao pé de ti já sinto saudades da tua partida. É mesmo belo o nosso reencontro mas é ainda mais belo as tuas palavras, derrentem-me insistentemente sempre quando as leio =) AMO-TE MARIANA AMBRÓSIO!
ResponderEliminarHenrique Santos(Ambrósio)
sim, mesmo antes de partires já estou com aquele olhar de saudades, porque as saudades não se matam, incrivelmente.
ResponderEliminar