Ao longo da caminhada a cortina foi-se desvendando, mesmo havendo tanto para desvendar. Os objectivos foram mudando ao passo dos ponteiros do relógio, e agora preciso de uma pausa para encontrar o meu novo ponto geodésico. Triste é saber que as pausas findam o exercer de actividades, renascendo novas. As pessoas são as mesmas, estão noutro leque e não se perdem assim do nada. Mas continua a ser triste deixar para trás algo de nós, é tão somente desistir de um sonho. E quando acumuladas pausas vemos tantos sonhos largados ao ar...
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